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End Child Poverty (U.K. And World)

Posted: 16 de Fevereiro de 2010 by Dê Cê ÉL in Videos
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Saudações =) Como sabem e infelizmente, recentemente uma tragédia avassalou o Mundo com o devastador sismo no Haiti. E nas tragédias quem são sempre as maiores vitimas são as crianças, pelo que este vídeo não poderia ser mais oportuno. Trabalho realizado na Ualg por Angela Gago, Diogo Leal, Ivan cordeiro e Joana Perez, ena altura alunos no primeiro ano do curso de ciências da comunicação. Retrata resumidamente o estado de pobreza das crianças em Inglaterra, deixando um apelo final ao mundo: End Child Poverty! [Não legendado]

Golden Globes 2010

Posted: 18 de Janeiro de 2010 by Dê Cê ÉL in Crónicas, notícias
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Apresentada pelo humorista britânico Ricky Gervais, que fez questão de animar o público com os seus habituais sarcasmos e ironias, ontem à noite decorreu a 67ª cerimónia dos anuais Globos de ouro, o que para muitos pode ser considerado como “encaminhador” para os Óscares. Os grandes premiados da noite foram Avatar (James Cameron), Up (Pete Docter) e a conhecida série Dexter. Os resultados de Avatar já assim eram esperados pelo tremendo sucesso lucrativo que o filme alcançou, ultrapassando mesmo o filme Titanic nos mais rentáveis de sempre. Este filme destaca-se pela qualidade visual, tecnológica e sonora.Segundo muitos críticos cinéfilos, o poder industrial do filme foi maior razão para estas nomeações e triunfos. Avatar conquistou um globo para melhor realizador (James Cameron) e outro como melhor filme dramático. Já o filme Up, da Walt Disney Pictures, arrecadou o globo de melhor filme de animação e de melhor trilha sonora, por Michael Giacchino. No campo televisivo o maior destaque foi mesmo para a série “Dexter”, ganhando merecidamente os globos de Melhor actor de série dramática (Michael C. Hall) e de melhor actor secundário (John Lithgow). “Glee” conquistou o prémio de melhor série cómica e “Mad Man” de melhor dramática.

Voltando às telas das salas cinematográficas, “Nine” e “Up in the air” (estreia prevista em Portugal para 21 de Janeiro deste ano)oram alguns dos grandes derrotados, da gala de ontem sem conseguirem nenhum prémio. O globo de ouro para melhor musical/comédia foi para o grande sucesso de verão “Hangover” (Todd Phillips), por consequente os melhores actores de comédia foram, respectivamente, Robert Downey Jr. (Sherlock Holmes) e Meryl Streep (Julie & Julia). A distinção de melhor actor dramático foi atribuída a Jeff Bridges (Crazy Heart, estreia prevista em Portugal a 19 de Fevereiro) e Sandra Bullock  no excelente filme baseado em factos verídicos “The Blind Side”, como mãe adoptiva de um jovem jogador de Futebol Americano acolhido pela sua família que mais tarde viria a ser um dos melhores da modalidade profissional.

Mo’Nique (Precious) ganhou o globo para melhor actriz secundária e na mesma categoria, e muito merecidamente, também Christoph Waltz (Sacanas Sem Lei, de Quentin Tarantino) ganhou este título, pela sua notável participação no papel de poliglota e sarcástico militar nazi Hans Landa. Um dos prémios mais merecidos de todos. Parabéns ao notável actor. Alguns dos momentos que marcaram a noite passaram-se com James Cameron, realizador de “Avatar”, que num dos seus discursos enalteceu a beleza da profissão para quem está ligado ao cinema; com o ex-Beatle Paul McCartney, que quando apresentou as nomeações de filmes animados disse ” os filmes animados não são só para crianças mas também para adultos que consomem drogas” e várias declarações de presentes mostrando solidariedade para com a catástrofe actual no Haiti. O galardão para melhor filme estrangeiro foi directamente para “O Lenço Branco” (Alemanha) e por fim mas não ultimo, o globo dourado para melhor canção original foi para “The Weary Kind” (Crazy Heart). Deixo a melódica canção para os leitores se deliciarem. Foi uma gala elegantíssima, com muitos intervalos é certo, mas bonita e com o salão cheio dos mais conhecidos e prestigiados nomes mundiais do cinema e da televisão. Aguardemos os Óscares.

[Para mais informações: Aqui ou Aqui também]

Back to the Roots

Posted: 24 de Dezembro de 2009 by Dê Cê ÉL in Uncategorized

Devo começar por dizer que não me considero um grande conhecedor da Coun-
try Music. Apesar dessa falta de grande conhecimento neste tipo de música, tenho
algumas opiniõs gerais. A dita Country Music transporta-nos, quase instantaneamente
para o vasto countryside dos States. E juntamente com isso leva-nos para
as origens e para as raízes da música folk em geral, para as tradições com séculos
de existência, originárias ainda (e particularizando agora ao caso americano) dos
tempos em que os agora Estados Unidos não eram ainda um país. Foi um pouco
disto que podemos ver repetido nos mais diversos locais do mundo: este buscar de
inuências nas tradições rurais de todos os que por lá passaram.
É este “Back to the Roots”, esta ida às raízes que me impressiona, por vezes
mais do que a própria música, que não é, como já disse, e está longe de ser o meu
estilo preferido, pelo menos para audições mais profundas e prolongadas.
Mas obviamente não digo que não a alguns clássicos, e falando agora mais
concretamente, temos talvez como maior nome o falecido Johnny Cash, e os seus
clássicos, como o “I Walk the Line” e muitos outros. Outro exemplo é uma banda
que descobri à custa do Pulp Fiction do grande Quentin Tarantino, e que se chama
“The Statler Brothers”. No lme está uma música bastante engraçada de nome
“Flowers on the Wall”. Outro nome clássico é o Willie Nelson, e mais recentemente
temos, por exemplo, o Garth Brooks. E claro, temos o grande Robert Zimmerman,
mais conhecido por Bob Dylan que muito enfureceu os puristas do Country
quando resolveu começar a tornar a coisa algo mais eléctrica com os seus clássicos
intemporais, “Highway 61 Revisited” e o posterior “Blonde on Blonde”, que são os
meus preferidos da sua extensa discograa. Entretanto, ele ainda por aí anda e
recentemente lançou um disco de Natal.
Mais do que música, o Country representa também culturas e a sua evolução
temporal, e isso é que é, a meu ver, um dos principais legados da dita música do
mundo, e fugindo às armadilhas desse rótulo, esta é a música que representa toda
a diversidade cultural humana.
Desta forma me despeço, com votos de um bom Natal e de um bom ano de
2010 para todos.

Por Filipe Martins, convidado que escreve aqui

Hoje, como noutro dia qualquer, pessoas nascem, outras falecem. Hoje, como noutro dia qualquer faz também anos que alguém nasceu ou morreu. Fora estes dados comuns de qualquer dia do ano, hoje é também assinalado o Dia Internacional das pessoas com deficiência. Foi instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) a 1998 com o propósito de enaltecer a protecção dos direitos, dignidade, benefícios de integridade e bem estar a toda e qualquer pessoa portadora de deficiência.

Felizmente a cada dia que passa são criadas novas medidas que mobilizem de melhor forma uma vida melhor para pessoas com deficiências, recentemente sabe-se que agora as pessoas cegas já podem escolher a cor da roupa e acessórios que desejam comprar, através da leitura em Braile. Agrada-me ver nas grandes superfícies comerciais a existência de rampas e elevadores para pessoas de mobilidade reduzida, assim como felicito-me em saber que os aparelhos auditivos estão cada vez mais desenvolvidos. No entanto há coisas que também me preocupam, o preconceito da palavra “deficiente”. Infelizmente, desde que nascemos até nos formarmos como adultos, da infância, adolescência até à velhice, descriminação e crueldade são conceitos muito presentes na sociedade humana. Quando alguém vê uma pessoa especial, portadora seja de que deficiência for, há muito o afastamento dela, a exclusão de alguém somente pela aparência e isso não é nada positivo, isto está, por exemplo,  muito latente na falta de empregabilidade para estas pessoas. Lembrem-se que de hoje para amanhã a vossa vida pode pura e simplesmente girar 180º e o vosso vida tornar-se-ia muito difícil, ainda mais se formos enxovalhados pelos outros. Somos todos Seres Humanos, Digam “Não” à discriminação e um alto “Sim” à igualdade entre todos.

OLYMPUS – Muita criatividade. Fantástico!

Posted: 17 de Novembro de 2009 by Dê Cê ÉL in Videos
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Recebi um email com este vídeo, uma peça publicitária, para a qual a Olympus tirou mais 60 mil fotos, “revelou” 9.600 delas e usou 1.800 para fazer o filme que vai ver abaixo e que, segundo a empresa, não tem nada de pós-produção. É uma colagem pura e simples. Um espectáculo de criatividade. Espero que gostem tanto como nós gostámos:

Roads

Posted: 21 de Setembro de 2009 by Dê Cê ÉL in Videos

 Roads, Uma curta-metragem de uma simplicidade enorme que por parecer não querer dizer nada, muito diz.

 Produzido por uma amiga do coração, Sara Ceriz e Jared Fantasia, estes utilizaram este video para um concurso de curtas-metragens na escola secundária que frequentavam, obtendo o primeiro lugar. A banda sonora fala por si, com a melódica música dos Portishead (Roads). Porque nunca é demais respirar novas maresias de arte fresca, tivemos a liberdade de colocar isto visível a todos, esperemos que gostem e se possível, critiquem.

 

 Postado por Diogo CL

Doutrinas fossilizadas

Posted: 15 de Junho de 2009 by Dê Cê ÉL in Conversas de café

                                                                                  dinossauros e humanos - Ciência               

                      Estava eu no meu Domingo sossegado, acendo a televisão e vejo um programa um tanto ou quanto interessante. Era no segundo canal e tratava-se da refutação á evolução. Deixem-me desde já dizer que sou completamente ligado às ciências, acreditando no senhor Darwin e inclusive noutros evolucionistas. Deixei de associar fé a Deus para conectá-la antes com a minha filosofia de vida. Tenho Fé em mim, não no que não existe. Sou um agnóstico estranho. Acredito que houve alguma coisa paranormal que criou isto tudo, apenas não o chamo por nenhum nome em especial, seja de três ou quatro letras. Acredito que o nosso universo é tão imenso e tão não finito para poder ter sempre existido. Acredito nesses aspectos todos, só não acredito que a vida foi criada em seis dias e que ao sétimo se descansou. É ridículo. Trabalho e folgo quando a vida assim o proporciona e não possíveis deuses todo-poderosos. Perdoem-me o meu pseudo-cepticismo, mas em todo o meu percurso de experiencias foram mais as vezes em que tive fé em mim do que nas ajudas da atmosfera omnisciente.

                Ora neste tal programa que eu estava a assistir, começavam por se ver palestras em que oradores proclamavam a criancinhas coisas desta índole: “Meus filhos, levante o dedo quem já ouviu falar em dinossauros e evolução (…) ” e todas as inocentes criaturas anuíam. “Vou vos dizer a todos algo que nunca irão esquecer: Vocês já ouviram com certeza falar que os cientistas afirmam que os dinossauros viveram já há muitos milhões de anos; que nós descendemos dos macacos, pois bem eu digo-vos o seguinte: Há algum ser vivo que vocês conheçam que tenha vivido eternamente? Os cientistas vivem eternamente? Nós vivemos para sempre? Não! Quem vive para sempre?!” e todas as criancinhas: “Deus!”. “Quem criou o sol e a Terra? Quem está sempre presente em todas as nossas vidas?”, jovens: “Deus!”. A jornalista que fazia parte da equipa de reportagem, felizmente, era das mesmas opiniões que eu e lá interpelava alguns dos ouvintes com “Acreditas na evolução?”, pelo que as respostas eram sempre iguais: “Não! Acredito na criação. Porque acredito na bíblia e que Deus foi o criador de tudo”. A jornalista irónica continuava com “ Então desaprovas quem acredita na evolução?”, “Não. Só acho que tiveram uma educação fraca nesse sentido (…) “, “… Ah! Então achas que sou uma pessoa mal formada…” – Dizias a jornalista americana. Os jovens negavam (na defensiva), dizendo que Deus é o responsável por tudo e pronto.Darwin Vs God

                Antes de mais – A bíblia é um romance excelente, nada mais. Talvez se tivesse sido criada hoje teria sido um best-seller, ou não. Fala de amor, crenças e histórias ligadas ao fantástico. Mas como a maioria das ficções das duas, uma: ou é um misto de pouca realidade com muita ficção ou meramente espertas invenções. Diz um desses oradores assim: “a palavra “avião”, sempre existiu? E “computador”?”. Amigo, e os vocábulos “Deus”, “religião”, “igreja” e afins, sempre existiram?! Tenham dó de mim. Vivemos num mundo que está em constante mudança, tanto climática, como económica ou biológica. Refutarem a evolução é como dizerem que um carro só serve para viajar e não para dormir ou outras coisas. Os seres vivos evoluem consoante as necessidades do meio em que estão. Pássaros de uma mesma espécie desenvolvem-se de maneiras diferentes consoante os lugares em que vivem. As andorinhas migram porquê?! Porque Deus fala com elas e diz-lhes que faz melhor tempo noutro sítio?! Não. Tem a ver com sobrevivência e reprodução. Os cientistas não mandam tiros em falso para o ar. Para isso servem as teorias, teses e teoremas. Há testes, pesquisas e muito trabalho. Foi com muitos anos de suor que se chegou á conclusão que dinossauros e outros seres viveram há milhões de anos. Jovens dizerem que há “partes da história que não são bem contadas” é certo. Mas também é certo que viemos todos da água, antes dos macacos ou gorilas. É certo que Plutão deixou de ser denominado “planeta”, tudo isto é verdade porque a ciência é mesmo assim: Variável. Há-de haver sempre uma enorme guerra entre igrejas e laboratórios. Mas não foram os cientistas que incendiaram pessoas vivas por dizerem que o planeta azul era redondo. Não são biólogos que são abolidores do uso do preservativo – É a igreja católica, que de maneira indirecta consegue ser a favor do HIV.

                Não sejam fundamentalistas ao ponto de persuadirem os outros com crenças estagnadas e imutáveis. A igreja é isso mesmo. Não questiona nada, só é feita de dogmas estúpidos. A religião não é o ópio do povo, é sim – O seu placebo.