Uniquissidade.

Posted: 2 de Março de 2009 by Dê Cê ÉL in Crónicas, Ditos, Opiniões

Como se pode ler no titulo – o ser-se único – é quase como uma palavra que eu gosto de aplicar a tudo.

Normalmente chama-se isso a algo bom, algo que faz o bem. Não sei porquê, se alguém que matou alguém e que ainda não foi descoberto, também não poderá ser único naquilo que fez. Digo-o com ironia, claro. Acho que a ideia foi transmitida, um pouco hiperbólica, mas passou á mesma.

Pois e o que torna uma pessoa única? Muitos dizem ser a personalidade, outros a beleza exterior. Pois eu creio tratar-se apenas de um conceito muito claro – ser único é não sendo popular, influenciando à mesma a sociedade. Ou seja, Pensem bem. Se já alguma vez vos chamaram de único/a ou ser único penem bem, pode não ter aquele significado meramente conhecido e tratado por “especial”.

Se me acho uma pessoa única?! Bem, é assim, eu tenho uma opinião muito bem formada acerca disto. Não existe para mim o conceito de banalidade, de vulgar em tudo o que exista. para mim é – “tu és tu, eu sou eu” – não há duas coisas iguais.Tudo se completa, com tudo se aprende, com tudo se descobre e se inova.

És único por teres muito dinheiro? Por seres bom trabalhador ou aluno? Ou por seres criativo? Por inovares-te a ti mesmo e ao teu redor? Nem umas nem outras. Tudo em únissuno.

 

Continua… Comenta. Será que concordas?.

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Comentários
  1. Joana Perez diz:

    Hum…realmente é uma definição de Uniquissidade única. ;P

  2. Terebi-kun diz:

    Hum…

    Por sermos biliões neste mundo, o que quer que nós tenhamos pensado, é provável que alguém já o tenha pensado também, e se tivermos sido os primeiros, nos segundos seguintes alguém também o terá pensado.

    Quem viaja, rapidamente repara como, embora diferentes, no fundo somos todos muito incrivelmente parecidos, no entanto é muito normal sentir-mo-nos únicos e especiais. Este sentimento ficou “hard-wired” no nosso cérebro, e continua lá depois de muitos anos de evolução.

    Sentir-se único trás vantagens à sobrevivência. Ao sentir-mo-nos especiais, vamos dar mais valor a nós, que a uma outra pessoa desconhecida, e vamos ter tendência a fazer mais por nós que pelos outros (porque somos especiais). Há alguns milhões de anos atrás, isto pode ter ajudado muitos individuos, em prejuízo de outros que não se tinham em tanta conta.

    Esta sentimento de ser único, não é mais que um dos muitos mecanismos que ficaram do nosso passado evolutivo. E como qualquer destes mecanismos, a partir do momento em que temos consciência deles, em vez de sermos “controlados” por eles, podemos decidir se queremos segui-los ou não. 😉

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